terça-feira, 2 de outubro de 2012
Série "Fim da mordomia" - Cardápio Semana 1
Pois é, minha gente. A mordomia acabou. Não sei se vocês sabem, mas vinha almoçando na casa da mamãe 3 vezes por semana. Com as férias prolongadas da empregada dela, que resolveu passar 3 meses fora, tive que voltar a cozinhar com mais frequência. Mas até que está divertido e menos difícil do que imaginei. E o legal é que tem mais conteúdo pro blog.
A ideia aqui não é detalhar as receitas, que são bastante simples, mas ajudar na elaboração de cardápios para o pessoal que tem preguiça de pensar no que vai comer.
Vamos lá: semana 1
Compras na lojinha dos orgânicos:
- Alface roxa
- Cenoura
- Beterraba
- Tomate cereja
- Repolho
- Brócolis
- Abóbora
- Cheiro verde (salsa e coentro)
O que tinha em casa:
- Arroz integral
- Grão de bico
Cardápio almoço (4 porções):
- Salada de alface, cenoura, beterraba e tomate
- Arroz integral com cenoura
- Brócolis no vapor
- Repolho refogado no azeite com gergelim preto
Cardápio jantar 1 (3 porções):
- Creme de abóbora temperada com páprica doce e cheiro verde
Cardápio jantar 2 (3 porções):
- Salada de grão de bico, cenoura ralada e cheiro verde.
* Não tirei fotos, ainda estava na correria me acostumando com rotina nova.
A ideia aqui não é detalhar as receitas, que são bastante simples, mas ajudar na elaboração de cardápios para o pessoal que tem preguiça de pensar no que vai comer.
Vamos lá: semana 1
Compras na lojinha dos orgânicos:
- Alface roxa
- Cenoura
- Beterraba
- Tomate cereja
- Repolho
- Brócolis
- Abóbora
- Cheiro verde (salsa e coentro)
O que tinha em casa:
- Arroz integral
- Grão de bico
Cardápio almoço (4 porções):
- Salada de alface, cenoura, beterraba e tomate
- Arroz integral com cenoura
- Brócolis no vapor
- Repolho refogado no azeite com gergelim preto
Cardápio jantar 1 (3 porções):
- Creme de abóbora temperada com páprica doce e cheiro verde
Cardápio jantar 2 (3 porções):
- Salada de grão de bico, cenoura ralada e cheiro verde.
* Não tirei fotos, ainda estava na correria me acostumando com rotina nova.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Metamorfose
Como transformar a salada do almoço em um jantarzinho bem gostoso em 20 minutos?
Cozinhe uma xícara de lentilha em 1/2 copo de água e uma pitada de sal. Aí está o pulo do gato. Sabendo que ia chegar com fome em casa e que precisaria de uma coisa rápida, deixei a lentilha de molho antes de sair ao meio-dia. Lentilha cozida em 10 minutos! Lembre-se de jogar fora a água do molho e de desprezar as cascas que saírem na hora de lavar.
Pegue a cenourinha e a beterraba raladas que sobraram do almoço (se não tiver sobrado, rale na hora, leva 5 minutos extras). Pique 2 tomatinhos e misture todas as verduras com a lentilha temperando com azeite de oliva e sal marinho. Fácil assim!
sábado, 1 de setembro de 2012
Misturinhas 3
Lanchinho da tarde! Mais uma invenção de tapioca. Hoje com inspiração na Itália: manjericão e azeite de oliva. E sempre aquele toque nutritivo da farinha de linhaça. Agora é só fechar e saborear.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Pão de Mel da Maíra
Bom pessoal,
Minha irmã é louca por pão de mel, só que, assim como eu, não se dá muito bem com farinha de trigo. Daí eu tinha uma receita de pão de mel convencional de uma prima que é confeiteira de mão cheia e decidi adaptar, usando farinha de arroz no lugar do trigo, leite de amêndoas no lugar do leite de vaca e linhaça e óleo de babaçu no lugar do óleo convencional. Acho que deu certo!
Pão
de mel da Maíra
Rendimento:
14 bolinhos
Ingredientes
4 xícaras de farinha de arroz
1 xícara de açúcar mascavo
1 xícara de mel
1 xícara de óleo de coco ou de babaçu
½ xícara de cacau em pó
12 amêndoas previamente hidratadas
4 colheres de sopa de semente de linhaça previamente
hidratadas
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de chá de noz-moscada
1 colher de chá de cravo
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
Como
fazer
Bata a linhaça e as amêndoas no liquidificador com 1
xícara e meia de água filtrada e reserve. Em uma bacia, coloque os demais ingredientes
e vá acrescentado a linhaça batida com as amêndoas aos poucos, misturando com o
auxílio de uma batedeira até obter uma textura homogênea. Unte forminhas de
silicone com um pouco de óleo. Coloque para assar em forno pré-aquecido a 220
graus por 30 minutos.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Gorduras do bem x Gorduras do mal: uma visão da naturopatia
Nossas bisavós cozinhavam
com banha de porco, nossas avós, com óleo de soja, nossas mães, com margarina.
Mas agora estamos livres, pois não precisamos mais de nenhum deles para
preparar nosso alimento. Outro pilar da alimentação naturopática é a exclusão
do uso de óleos de uma maneira geral.
As gorduras como banha de
porco, manteiga e creme de leite não são usadas por serem de origem animal e
apresentarem um perfil pró-inflamatório. Ao entrarem em contato com o nosso organismo,
ativam nosso sistema imunológico produzindo inflamação e aumentando a produção
de substâncias tóxicas pelo nosso próprio corpo. Sem contar as toxinas que já
estavam nos sistemas dos animais e vieram “de brinde” nessas gorduras, que é
onde a maioria das toxinas se acumula (inclusive em nós humanos).
Já os óleos de origem
vegetal, como soja, canola, milho e girassol, são produzidos por um processo
nada interessante para a qualidade final do produto. As gorduras presentes nos
alimentos de origem de fato são benéficas. São aquelas chamadas de
poliinsaturadas, que têm características antiinflamatórias e exercem diversas
funções importantes no organismo. Mas depois de passarem pelo processo de
refino, que inclui calor, pressão e solventes, transformam-se gorduras
altamente oxidadas (rançosas), cheias de radicais livres que podem lesar nossas
células. Some-se a isso o fato de serem, em seguida, armazenadas em embalagens
transparentes, não abrigadas portanto da incidência nociva da luz, e feitas de
plástico, substância que quando aquecida libera mais toxinas no seu já tóxico
conteúdo.
Na margarina nem se fala!
Além de todo esse processamento para extrair os óleos vegetais ainda há a
técnica de hidrogenação, que altera a conformação das moléculas de gordura para
que tenham aquela consistência mais firme, produzindo um outro tipo de gordura
– a trans – que não existe na natureza e que logo o nosso corpo não compreende.
“E o azeite e o óleo de
coco?”, vocês vão me perguntar. Na naturopatia tampouco são usados, pois a
opção naturopática é sempre usar o alimento fonte e não uma parte dele. Em vez
de se extraírem os óleos, prefere-se comer as castanhas e sementes, o abacate,
o pequi, o coco ou seu leite natural extraído da própria polpa. Assim, usamos
gorduras preservadas na matriz do alimento e em quantidades equilibradas com os
demais nutrientes. No entanto, pode-se considerar que os óleos extraídos por
prensagem a frio, como o azeite extra-virgem, o óleo de coco, bem como o de
linhaça, gergelim e chia, são de boa qualidade. Porém eles devem ser
acrescentados ao alimento depois de pronto para que não sofram aquecimento.
Assim, fica dica. Prepare
seus alimentos sem óleo e depois acrescente uma dessas opções para dar sabor ao
seu prato.
Ah, claro! Como cozinhar
sem óleo? Além da técnica do cozimento no vapor ou no forno, outra
possibilidade é fazer refogados dourando a cebola em água. Para isso, basta
colocar a cebola cortada de sua maneira preferida em uma panela de fundo grosso
e pingar gotinhas de água aos poucos até que doure, mexendo com o auxílio de
uma colher para que não grude no fundo. Algumas panelas, como a de pedra sabão
e as woks, dispensam a água.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Arroz de couve-flor
Confesso que não fui eu quem preparou todos os itens desse prato, que foi minha jantinha de ontem, mas, como fui responsável por pelo menos parte dele, me sinto confortável para publicá-lo aqui (hehehe). Bom, nesta composição temos lentilha (preparada igual feijão, com um pouquinho de caldo), alho-poró cortado em rodelinhas e refogado e abóbora cozida. Tudo preparado pela Luísa que cuida da minha comida desde os meus 8 anos de idade. E eu fiz a couve-flor!!! Ela, junto com um básico arroz integral, havia sido meu jantar no dia anterior. Daí pensei por que não juntar a couve-flor a essa marmitinha carinhosa que a Luísa havia preparado para mim? Ficou parecendo arroz (vocês já ouviram falar de arroz de couve-flor, né? - é só picar a couve-flor bem pequena e colocar direto na panela, sem água mesmo, até que fique tenra). No friozinho que estava ontem, perfeito! Ah! Acrescentei umas castanhas de caju e um pouco de salsinha para dar um tchan, tá?!
domingo, 22 de abril de 2012
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